Hoje acordei inquieta com o sentido da vida.
Para onde (não) rumamos?
Porque (não) escolhemos este ou aquele percurso?
Porque (não) nos foi dada esta ou aquela oportunidade?
Porque (não) nos cruzamos com esta ou aquela pessoa?
A quem (não) nos ligamos?
Quem (não) mantemos junto a nós?
Quem (não) temos medo de perder?
O que (não) nos impulsiona?
O que (não) nos enraivece?
O que (não) nos assusta?
O que (não) nos tolda o pensar?
O que (não) esquecemos?
O que (não) perdoamos?
O que (não) nos faz feliz?
O que (não) nos faz continuar?
Às vezes dá-me para isto...encher a cabeça com perguntas sem respostas tácitas.
Angustio, sucumbo, perco o chão e o equilíbrio, desvalorizo.
Pairo.
Engrandeço, consciencializo-me, racionalizo, agarro-me e logo mais já passou!

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